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Bem vindos sejam!


'"Arte, "a parte pelo todo", assim como a metonímia nada tem de insignificante em sua instrução e reconstrução no texto lírico. É parte das matérias e das almas como flores geométricas e fractais de uma natureza infinita'"

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

POESIA ELUCIDATIVA


Gostaria tanto!!!!!!!!!!!!!
De começar e escrever algo interessante..
Sem pretensão 
Completamente desprezo da matéria alheia sabe!?!
Pois vende-se sabedoria pra entender os fardos do mundo
E até às boas sensações causadas pela leviandade
Porém 
Não há coisa mais esdrúxula, feia
Do que tratar a opinião de um leigo como não sábia
Não elucidativa, não esclarecedora
Temos todos interesses sim!
Mas o que difere esses extremos, essas intenções compartilhadas
Está na vontade que o desejo de continuar sendo leigo proporciona
Desejo esse que nos serve pra não se enferrujar o sorriso mais pueril

Sorrir sabe?  

Apenas sorrir...
Por uma piada sadia que transborde nossas alegrias
Ou gargalhar-se também das mancadas de quem te governa
De quem o decepciona 
Causando indirecto punimento do que nunca foi cometido

Ora, ora!!!!

Senhora dona persona
Como não querem que eu regojize
Não putrefemos diante das acusações infundadas da sociedade
A insanidade sempre rondou minha 
Sua casa
Mas nunca nos atingiu efetivamente
shuHAushaushaushaushuSHuashuHSuhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuhsuahsuahsduahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsaushaushuahsuahsuahsauhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuhasuhaushaushaushaushaushaushaushaushau...

Não posso rir????

suhAUhsuhAUhsuahsaushuSHUhsuhSUAhushaushauSHauhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuashuahsuahsauhsauhsaushaushaushuahsuahsuahsuahsuahsuahsauhsauhsauhsuahsuahsauhsuahsuahsuahsuahsuahsuashaushaushua...
Oras!
Estou cansado de tantas metáforas
Por ventura você também esteja 
pressuponho...
Tenho vindo de graça 
Há tempos...
Abrindo meu peito
Tentando 
E acho quê; 
Conseguindo às vezes 
Entender o outro extremo dessa sociedade constantemente no soro
para não cair nessa armadilha
A de nos fazer acreditar que temos peso na consciência 

hushUSHuahuSHAHuhsuAHhsuhushAUHashushAUHshuSHuahushushaushaushaushauhsauhsahsauhsauhsauhsahusahsauhsahsuahsaushauhsauhsaushaushauhsauhsauhsauhsuahsuahsuahsauhsuahsuahsuahsauhsaushahsausasuha...
Peso?

Nunca
Nuncaaaaaaaaa...
Vivo um dia de cada vez!

Mas que necessidade hetereogênea é essa?
A de não aderirem ao "dividir"   ...
Para multiplicar o que é tão puro e realista
De quererem mudar o que é pessoal e intransferível
Preferirem partir com arranjos mais complexos, fúteis, supérfluos
Pagando tão caro por prazeres tão pequenos
Efêmeros, pois logo são esquecidos após o faturamento
Digno?          Huuumm...

Uns saem dessa sub vida, uns...
Uns em agradecimento nos elogiam e tal...
Jogando-nos em nossas caras seus passados inesquecíveis

Nunca sequer pensaram que poderiam se redimir juntando-se as tribos
Como todo bom vivan
livre de preconceitos
E em retribuição ao serviço poético
Ao sentido de permanecerem repirando a vida
A vidaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Vivemos em um mundo da vaidade exacerbada!

Vejam bem!
Meus caros!!!
Expressamente colocado como opinião!!!
Isso tudo colocado com atenção devidamente específicada
Não é só revolta 
Também não é rebeldia
Nem salvação...

É apenas uma poesia elucidativa 
De valor inestimável...