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Bem vindos sejam!


'"Arte, "a parte pelo todo", assim como a metonímia nada tem de insignificante em sua instrução e reconstrução no texto lírico. É parte das matérias e das almas como flores geométricas e fractais de uma natureza infinita'"

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Um sonho de liberdade à espera de um milagre


Se a maldade fosse igual a inocência
A inocÊncia esconderia a maldade
Pois as mesmas
Hão de chamar a atenção
Se quem é mesmo justo
Cobrasse os pecados
Qual seria o valor de suas vidas?
Tão cansados
Por ter esta visão de mundo

Se tudo corresse em prol da impunidade
Qual seria a razão de estar aqui
Expressando o que não tem juizo
E nem nunca terá

Nunca?

Mentira!

Quem mais entrou à nova era
E saiu bem
Rindo à toa
É gente que paga a justiça
Na maior cara lavada

Vida boa
Indiferente
Detenta do encaminhado
Já cumpríra a suja ficha
Um destemido excomungado
Pelo próprio povo
Que denuncia revoltado
Perpetuando desejo de um pagamento adequado
E quem foi julgado
Condenado..
Está mais solto do que nunca
Pra repetir os seus feitos
Quem vai querer dar de encarar com esta loucura

No planalto de um governo
Ou na miséria de um país
Sem justíça

E por falar em justiça
O que passa à cabeça de um preso quando solto?
Pensa o inferno ter vivido em seu espelho

E marginar-se agora então
Que de mau vai se tornar bom
É dar risada!
Que estrutura o Brasil o deu
Pra que ele não faça mais nada

Vamos parar com esse negócio
De "disse e não me disse"!
Está tudo desgovernado
E todos estão vendo isso

Que vergonha arbitrária!
De deixarem na amargura mais um preso inocente
Que vergonha arbitrária
De mandarem e desmandarem!

Nossas vidas não são suas
Bandidos políticos
Políticos bandidos

sábado, 29 de outubro de 2011

Samora Potiguara: O menestrel do céu

Samora Potiguara: O menestrel do céu: Poti dedilhava Sua guitarra azul O som emanava De seus dedos longos E minava seu plexo Um ponto de luz Da força desse ponto Nasceu u...

O menestrel do céu


Poti dedilhava
Sua guitarra azul
O som emanava
De seus dedos longos
E minava seu plexo
Um ponto de luz
Da força desse ponto
Nasceu uma Amizade
Celeste
Que as estrelas logo perceberam
E brindaram.

E viva a amizade dos poetas
Saúde, paz e música.

E beberam à nossa amizade
À nossa


Luigi

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Samora Potiguara: Saudações a dois palhaços

Samora Potiguara: Saudações a dois palhaços: No que diz respeito à alegria, pra se ter como exemplo. Que vai além da escola nacional! O que mais nos emociona é ter neste palco de dive...

Saudações a dois palhaços



No que diz respeito à alegria, pra se ter como exemplo, que vai além da escola nacional! O que mais nos emociona é ter neste palco de diversão magistral, o jeitinho Brasileiro. Como de feijão mulatinho a pão de queijo mineiro! Que conquistado do Iapoque ao Chuí, não havia uma criança e até adulto, que ficasse sem sorrir! Interagindo-nos; falando um latim universal à unção de Gregos e Troianos. Neste país de maravilhas mil! Que ainda chama-se Brasil, Brasil das agruras que traz culturas típicas e atipicas! Nesta caixa de misturas chamada TV. Porém, contudo, entre tantos de nós, suas incríveis diabruras espantavam sim o mal humor. Levantando a moral de um povo, tornando-o esperançoso ao raiar de cada dia! Dia este, que poderíamos trazer de volta a alegria de rever esses bufões reinando as noites de sábado na pele de inesquecíveis trapalhões! Viva o confete, viva a serpentina, os foliões e colombinas com suas tortas nos narizes; Eis que vivem, obras! Grandiosas por serem a eterna arte do riso!

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bifurcação (letras)



Bifurcação (editada)

Pensavas que era tarde
Quando estava tudo resolvido
Não foi obra divina nem a tentação do diabo
Premeditado fui por quê fiquei sempre ao seu lado
Com os pés no chão
E de olhos semi-abertos
No meu canto quieto
Que parecia as vezes tão disperso

A crueldade existe
E nos rodeia a todo tempo
Fazer escola da vida do simples procedimento
É estar atento "pro que der e vier"!
Mesmo assim ainda tentamos
Tentamos, tentamos...

Pensavas que era tarde
Quando estava tudo resumido
Se foi obra divina ou a tentação do diabo
Premeditados fomos por saber o resultado
Do que não deu certo
Mesmo...
Não ia dar teto!

A crueldade existe
E nos rodeia a todo tempo
Fazer escola da vida do simples procedimento
É estar atento "pro que der e vier"
Mesmo assim ainda tentamos
Ainda tentamos, tentamos...
Acontecimentos
Que fazem a gente acabar aprendendo

Se sinta mais firme no chão
Mas não por segurar a minha mão
Pois você não errou em vão
O traçado em nossas mãos está dizendo

Se sinta mais firme no chão
Mas não por segurar a minha mão
Pois você não errou em vão
No descaso...
O destino deu a ogum sentir...
Deu algum sentido
O descaso virou caso
E abrigou sentido...
Não foi obra do acaso
Foi obra (10x)
E desatinou

•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••

Bifurcação (versão antiga)




Pensavas que era tarde
Quando estava tudo resolvido
Não foi obra divina nem a tentação do diabo
Premeditado fui por quê fiquei sempre ao seu lado
Com os pés no chão
E de olhos semi-abertos
Me mantendo esperto no meu canto
Mesmo estando as vezes tão disperso

A crueldade existe
E nos rodeia a todo tempo
Fazer escola da vida não é um simples procedimento
De quem está atento "pro que der e vier"
Mesmo assim ainda tentamos
Acontecimentos
Que fazem a gente acabar aprendendo

Então se sinta mais firme no chão
Mas não só por segurar a minha mão
Pois você não errou em vão
O destino “em suas, em nossas mãos” está dizendo!

Pensavas que era tarde
Quando estava tudo resumido
Se foi obra divina ou a tentação do diabo
Premeditados fomos
Por saber o resultado do que não deu certo
Mesmo, não ia dar teto!
De estarmos corretos
Premeditando..
Tirando as conclusões certas
Do que Freud e yung não explicam

A crueldade existe
E nos rodeia todo tempo
Fazer escola da vida não é um simples procedimento
De quem esteve atento pro que desse e viesse
Mesmo assim ainda tentamos, ainda tentamos...
Acontecimentos
Que fazem a gente acabar aprendendo

Então se sinta mais firme no chão
Mas não por segurar a minha mão
Pois você não errou em vão
Num descaso do destino
A ogum senti...
Dei-me algum sentido
O descaso virou caso
E nos brigou sentindo
Não foi obra do acaso
Foi obra de um destino
E desatinou sem doer...

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Adedanha


Peço licença as estrelas
Chamo atenção dos astros
Peço licença ao espaço sideral

Estrela do mar tá no fundo
Desejando a todo mundo
O que há de melhor no plano astral

Luz do cometa no espaço
Sinto o calor de um abraço
Transformando aurora em todos nós juntos

Por que não há nada de melhor
Em descobrir que não estamos sós
E que o melhor da vida é arte em conjunto

Porque não há nada de melhor
Em descobrir que não estamos sós
E que o melhor da vida é a arte em conjunto

E na beirada da pedra do elefante
Ouvindo o mar pescando versos pra rimar

Nunca esquecerei do porre
Brincando de adedanha
E a alegria que fluía dos corais

Nunca me esquecerei de Itaipuaçu!!!

Seu oswaldão

Beto!
A vida tem direções inexplicáveis!
Na busca do amor sublime
E a esperança é tentativa
Do tempo que nos resta pra escolher
Colhendo o amor simples
Que naturalmente demora pra nascer
Ou morre
E demora pra renascer..

Nunca me esquecerei do porre
Brincando de adedanha
E a alegria que fluía dos corais ( Todos cantando juntos)

Peço licença as estrelas
Chamando a atenção dos astros
Que o melhor dessa viagem foi vivido
E registrado

Powerless




There it is,
That backwards flash of retrospective bliss
that allows you an insight into what went wrong,
When you started to care about her,
Noticed the way her hair rested on her forehead:
Chaotic and beautiful,
Like the poetry you dream of writing but seldom achieve.

She is the ideal,
And yet unattainable,
Her smile, a row of teeth that claim your heart
in sequence with every word they allow to pass.
But when will it stop?
When will your hand pass over the keyboard
without a sound that speaks of her?
When will the taps fade into absence, from her,
and those eyes that beg to be adored
simply because there is nothing in the world
as worthy of adoration -- when?
Will it be easy to disconnect and drive away thoughts of her,
with her dainty feet and earnest smile,
When she no longer features in your weekly routine?
Can you imagine not seeing her again?

No.
She is the coffee you must not drink,
Because you know that she will awaken you
to a happiness you are not permitted,
Simply because you met her later than somebody else,
who is good and equally worthy.
But how your eyes look into hers with hope,
And how her gaze returns with such glorious promise,
Still astounds you.

You have never wanted to dance as much as when sat beside her,
Because your feet never felt as connected to your mind
as when trapped in her infinite gaze.

Understanding is an island that sits on the horizon,
Taunting you with it's proximity while you silently muse.

"Does she see me here as I watch, mesmerized by her existence?
Does she understand that the hope she has promoted
for requirement is overshadowed by the fear of her departure?"

Is this the pain and glory of which the everyday voices
consistently dream when attempting to convey love?
If it is, then I fear for those that ask such questions,
As I know of no answers for such passion,
And neither do the gentle hands of time.


- Written by: Lee Woodward

This poem can be used for free as long as the name of the author is included and the author is given credit.
If the poem is published online, please include a link to this post.

O Resultado


O reflexo de minha voz, teimosia e desleixo, é resultado do que me atrasaram por direito! Morrerei dizendo que não é minha culpa por que não o é! O sistema fez lavagem cerebral até na cabeça de uns amigos!… UMA PENA!!E essa pena não é minha pois tenho muitas outras em minha asas! Não sou eu que estou atrasado, o sistema È que È ironocamente engraçado!!

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Inquietude Charmosa

http://soundcloud.com/samora-potiguara/inquietude-charmosa
Inquietude Charmosa by samora-potiguara


Espero você chegar
Toda sexta feira
Quero você, você sabe bem.
E quero muito mais do que você pensa, a raiar


Não faz assim
Escuta..
Quero você pra mim

Não faz..
Não faça assim
Sinto você

Inquietude charmosa

Espero você voltar
Contando nos dedos
Você sabe que eu nunca quis nada seu
Além da sua presença, a raiar..

Faz falta sim
Incomoda
Quero um pouco mais de você pra mim.
Não faz, não faça assim..
Sinto você sempre aqui...

Inquietude Charmosa

Faz falta sim 
Me incomoda
Quero você mais pra mim, quero sim...

Não faz, não faça assim..
Sinto você

Inquietude charmosa

Se eu fizer isso
Quem vai estar lá
Quando o grito
Seca o meu espírito

Se eu fizer isso
Quem vai estar lá
Quando o grito
Quando o meu clamor
Seca o meu espírito
Livre ...

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

POESIA ELUCIDATIVA


Gostaria tanto!!!!!!!!!!!!!
De começar e escrever algo interessante..
Sem pretensão 
Completamente desprezo da matéria alheia sabe!?!
Pois vende-se sabedoria pra entender os fardos do mundo
E até às boas sensações causadas pela leviandade
Porém 
Não há coisa mais esdrúxula, feia
Do que tratar a opinião de um leigo como não sábia
Não elucidativa, não esclarecedora
Temos todos interesses sim!
Mas o que difere esses extremos, essas intenções compartilhadas
Está na vontade que o desejo de continuar sendo leigo proporciona
Desejo esse que nos serve pra não se enferrujar o sorriso mais pueril

Sorrir sabe?  

Apenas sorrir...
Por uma piada sadia que transborde nossas alegrias
Ou gargalhar-se também das mancadas de quem te governa
De quem o decepciona 
Causando indirecto punimento do que nunca foi cometido

Ora, ora!!!!

Senhora dona persona
Como não querem que eu regojize
Não putrefemos diante das acusações infundadas da sociedade
A insanidade sempre rondou minha 
Sua casa
Mas nunca nos atingiu efetivamente
shuHAushaushaushaushuSHuashuHSuhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuhsuahsuahsduahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsaushaushuahsuahsuahsauhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuhasuhaushaushaushaushaushaushaushaushau...

Não posso rir????

suhAUhsuhAUhsuahsaushuSHUhsuhSUAhushaushauSHauhsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuahsuashuahsuahsauhsauhsaushaushaushuahsuahsuahsuahsuahsuahsauhsauhsauhsuahsuahsauhsuahsuahsuahsuahsuahsuashaushaushua...
Oras!
Estou cansado de tantas metáforas
Por ventura você também esteja 
pressuponho...
Tenho vindo de graça 
Há tempos...
Abrindo meu peito
Tentando 
E acho quê; 
Conseguindo às vezes 
Entender o outro extremo dessa sociedade constantemente no soro
para não cair nessa armadilha
A de nos fazer acreditar que temos peso na consciência 

hushUSHuahuSHAHuhsuAHhsuhushAUHashushAUHshuSHuahushushaushaushaushauhsauhsahsauhsauhsauhsahusahsauhsahsuahsaushauhsauhsaushaushauhsauhsauhsauhsuahsuahsuahsauhsuahsuahsuahsauhsaushahsausasuha...
Peso?

Nunca
Nuncaaaaaaaaa...
Vivo um dia de cada vez!

Mas que necessidade hetereogênea é essa?
A de não aderirem ao "dividir"   ...
Para multiplicar o que é tão puro e realista
De quererem mudar o que é pessoal e intransferível
Preferirem partir com arranjos mais complexos, fúteis, supérfluos
Pagando tão caro por prazeres tão pequenos
Efêmeros, pois logo são esquecidos após o faturamento
Digno?          Huuumm...

Uns saem dessa sub vida, uns...
Uns em agradecimento nos elogiam e tal...
Jogando-nos em nossas caras seus passados inesquecíveis

Nunca sequer pensaram que poderiam se redimir juntando-se as tribos
Como todo bom vivan
livre de preconceitos
E em retribuição ao serviço poético
Ao sentido de permanecerem repirando a vida
A vidaaaaaaaaaaaaaaaa!!!!
Vivemos em um mundo da vaidade exacerbada!

Vejam bem!
Meus caros!!!
Expressamente colocado como opinião!!!
Isso tudo colocado com atenção devidamente específicada
Não é só revolta 
Também não é rebeldia
Nem salvação...

É apenas uma poesia elucidativa 
De valor inestimável...

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Projetos e reflexões poéticas gratuitas


É sexta, três horas da madrugada, 3 de Setembro de 2010! Já escrevo há tempos, bons, mas perdi muito dele o fazendo em papéis e reflexões internas impossíveis de compartilhar. Resolvi, então, colocar em prática tudo "ou pelo menos quase tudo", disto que aprendi nessa vida cheia de oportunidades! Sou filho de grandes poetas e não seria diferente e tão difícil que não pudesse tentar, "de fato", me habilitar nessa experiência individual, solitária e peculiar. Todo homem que se preze digno, fica com a garganta engasgada de ver uma disparidade tão grande de ideais divididos em uma sociedade que criou a ética como base de exemplo pra educação e não a cumpre devidamente. Não quero entrar em méritos, nem ser hipócrita demais, nem mesmo me estender filosoficamente o que é tão popular e claro. A consciência, o pensamento, a distribuição dele no senso comum do inconsciente colectivo! Aquele insight que temos quando estamos precisando resolver um problema de imediato, ou quando estamos caminhando e percebemos a presença de alguém atrás de nós (instinto) ! Bacana, legal não é?! Poderia até dar mais exemplos, mas vocês sabem, ou pelo menos "devem saber" do que se trata! Porém, quero, como você, entender por que esses sentidos são tão vitais em momentos oportunos e necessários. Meus pensamentos em relação a isso não provam nada, pois sou apenas um interlocutor de conhecimentos compartilhados. Não tenho um nome na verdade! Na verdade, não sou meu e não tenho o direito de dizer que tenho personalidade formada como unidade, pois até um átomo depende de seu raio atômico para existir e coexistir! Não temos direitos sobre nós (em um sentido metafísico)! Apenas a identidade, além de nossos conhecimentos comuns e mais complexos! A vida parece não nos permitir dar, fazer rodeios, sobre nossa necessidade de luta para a sobrevivênvia. Cada escritor, poeta, leigo ou cego, necessitam dessa sensibilidade para perceber o tempo! E em um ato nobre, retratar isto da melhor e mais simples possível maneira! É, isso por enquanto...

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Das coisas que se fazem naturalmente


Me agarro desde  a raiz
Pois nela quero me manter
Que eu possa criar neste solo
motriz
Se é para mim, é para todos
pois ainda estou aqui nesse chão comum
Vou para um lugar que é lugar de todos
Que no fim se encontra a estrada
O início

Que de errado
Sobra das amarras
Perdida neste encanto adulterado
Exposto como um ouro de tolo
Que há poucos se curou da febre

Então sigo essa coisa minha
Pois na sua encontrei um espaço
Junto às letras que me disfarço
Desfaço o sentido
Procurando a rual

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Poema metadialogado sem debate


A colher sabe a quentura da panela
Mas o povo pede benção sem saber a quem recorrer
Clamando uma realidade
Na qual já não se diz respeito aqueles que se abriram
Pra compreender as épocas...
Diante dos dias da mentira
Diante's do dia da verdade
É tudo a mesma união de ladainhas transfusivas
A de tentar transformar todos os meses em um entendimento só
Registrado como um livro
Por quê ninguém se hospeda sem ver algo natural
Especial em troca
Então nascemos assim 
Querendo ser melhores
Como a natureza perceptiva
A ponto de não se dar conta do bucólico
No que se gere mudanças significativas
Que da forma a subsistência
Ência em "si" da realidade 
Ou "fica" ou "vai" embora !
Porra discriminativa 
Discriminatória.
Interpretada ao próprio modo de ver o mundo
Torturando-nos e persuadindo-nos 
Dizendo-nos o que é melhor ou pior??????!!!!!??????
Tentando nos convencer 
De  que somos tão egoístas quanto áqueles que conquistaram suas riquezas
Estudando filosofia, ciências, história, blá blá blá... 
Mátematica Ditatrofica 
Fia gia cia istas, que saco cara!!!
"Que atrofiamento da vida!!!!?!!!!"
E passam por cima de tudos e de todos pra conquistarem suas coisas
Conquistarem não;
Arrancarem doces das mãos de crianças com futuro próprio
Alisando com uma das mãos 
Belas carícias em nossas cabeças
Nossos cérebros...
E na outra?
Detendo o poder de armas pontudas 
Prestes a ser encravada sem piedade
Na hora da distração
Do descuido do esquecimento
"Da "inocência" do "sem querer""
E o que é compartilhar o prática do conhecimento geral de um mundo? 
E eu?
Sinónimo de arrogância bem parecido à minhas denuncias!
Mas parecido! 
Nunca igual a elas
Cansado de regozijar essa porra de caralho na merda da puta que pariu de estar de saco cheio!
Na qual persiste sim 
Contra a palavra alteradora 
Austeradoras
Geradas sem razão emocional 
Não sei?!
Pode ser talvez!?
Pode ser que o tempo va passando!
Obrigando uns aos outros a respeitarem suas individualidades...
Obrigando-nos no sentido de incentivo "real"!
Doze são os meses que passamos juntos sempre
Pra repetirmos solidão?!
Pra que perder tanto tempo?
Salgando babaquices no conselho de terceiros?!
Conselhos numéricos sobre verdades universais do que não é verdade
Porra!!!!!!!
O conselho está dentro de você, de mim, de "nós"!
Do que você vê...
Você e seu amor não são suficientes 
Pra gerar a permanência e a paciência da vida!?!
Em seu organismo que funciona pra te manter respirando
Você e alguém?
Você vê alguém??
Talvez sim?!
Descobrindo seu papel de aturar
De ser obrigado a atuar sempre
E entender 
O que é se dar... 
No fogo da terra que o vento leva pra bem longe
Sem palavras para atrapalhar um átomo!
Ou confundir a essência 
Do que nos encomodaria por pensarmos
O que nos encomoda por pensarmos?
Acomodar-se???????????
Por pensarmos, o mundo está como já sabemos...
E ainda nos achamos capazes de ajudarmos uma gama tão pequena
Que cria partidos pra durar tão pouco tempo nesse plano
E criamos partidos pra durar tão pouco tempo também em outros?
Mas ainda sim somos capazes!?!
E agora? 
Se há como responder, talvez sim?
Talvez sim!?!
Chega de bombas-relógio
Chega de kamikazes
Pra mim;
Ou é paz!
No seu real sentido!! 
Ou é paz declarada!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!